« escrevemos para ser o que somos ou para ser aquilo que não somos. num e noutro caso buscamo-nos a nós mesmos. e se temos a sorte de nos encontrarmos - sinal de criação - descobriremos sempre que somos um desconhecido. sempre o outro sempre ele inseparável alheio com a tua cara e a minha tu sempre comigo e sempre só »
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